Autópsia Review – revista digital em Ciência, Sociedade & ArTe

Autópsia Review: Ciência, Sociedade & ArTe - http://www.autopsiareview.org/

“Ao mundo que está em processo de remodelagem de negócios – consumidor, produto e valores. Ao risco, ingrediente fundamental da inovação. Ao velho, ao novo e ao intangível. Ao pretérito imperfeito, à morte do mais-que-perfeito e ao futuro de presente. Às memórias póstumas em Paper Li. Ao fóssil da estrutura. Ao consumidor produtor. Aos modelos mentais enterrados e aos que estão em transformação. À forma que a forma pode ter. Ao contemporâneo século XXI por abrigar o contexto e amarrar a mensagem”

O quê? Como?

Como surgiu a ideia de criar a revista?

Foi a partir da leitura do livro “Galeria de Curiosidades Médicas”, que o médico e autor Jan Bonderson, relatou os diagnósticos mais inesperados e estranhos:  desde o processo de combustão espontânea de seres humanos, o caso de Mary Toft (“a britânica que afirmava ter parido coelhos”), pessoas com rabo, e a estranha história de Júlia Pastrana, entre outros. Então, mesmo que a revista não seja vinculada a este livro, surgiu a ideia de criar uma publicação que interligasse as áreas da ciência, sociedade e arte de uma forma um pouco mais incomum, mas preocupada com o olhar científico. A Autópsia também possui uma proposta de divulgação científica  na linguagem de curiosidade e informação.

Onde? Quando e Por quê?

Em 2008, foi desenvolvida como um projeto impresso. Em 2012 passou por um redesenho e ganhou sua versão digital, aplicando o conceito de redação móvel (crowdsourcing para a produção de conteúdo) e favorecendo uma troca produtiva entre diferentes fontes de conhecimento e profissionais interessados em difundir ideias. 

Conceitos e visão global

O desenho The Jetson’s falava de como seria o futuro: falaríamos uns com os outros através de telas de computador e televisão, tecnologia avançada dentro de casa com funcionária doméstica robô, eletrodomésticos cheios de truques, casas em cápsulas e carros voadores. A primeira série foi transmitida em 1962 e houve uma reedição em 1984. O cenário desse desenho impregnou no inconsciente coletivo sobre assuntos futurísticos, que estavam até então, bem longe de nós. Estamos em 2014 e nos relacionando boa parte do tempo através de telas de computador, celular, tv e tablets. Já foi inventada uma super banheira que pode preparar o banho enquanto o indivíduo está na rua (embora o preço não tenha se popularizado ainda), as casas em cápsulas podem ser mais usuais no Japão, mas em outros países podem ser entendidas como os ambientes de cocriação repleto de start-ups, profissionais criativos e nichos de empreendedorismo sendo explorados.

Os problemas de trânsito ainda não podem ser resolvidos com carros voadores, mas não dá para dizer que estes não existam: http://www.youtube.com/watch?v=JWh2qT9yiTo – Volkswagen People´s Car Project, Hover Car, the flying two-seater. Nos painéis da Pinterest (rede social de entretenimento), Na diversidade de publicações da rede social Pinterest, por exemplo, há até uma que ensina como planejar um funeral. Talvez não falte pouco para irmos à Lua com a CVC! Além de plataformas tecnológicas, esses sites são plataformas de comportamento e fazem parte de uma mudança global de questões pessoais aliadas às tecnologias. Teoria e prática estão mais próximos e o mundo pode ficar mais divertido e melhor explorado, o que nos coloca diante de uma revolução de significados e sentido.

 

Conceito de produção de conteúdos em Crowdsourcing

A cultura de internet possibilita um conhecimento móvel. Um formato eletrônico de revista preenche condições estruturais de espaço físico pelo baixo custo de produção pela possibilidade de trabalho à distância. A principal ideia de uma redação móvel é favorecer uma integração produtiva de diferentes fontes de conhecimento e conceitos diversos, em um contexto onde o leitor também entra em contato e produz.

Uma nova proposta de Design Editorial para a Divulgação Científica 

O design é entendido como uma forma de comunicar conceitos através de ferramentas capazes de criar uma percepção visual. Adaptada do design gráfico para o design digital,  organizar informações, dando forma às ideias e expressões que documentam a experiência humana. É um meio de estruturar a comunicação, que trabalha com imagens, textos, vídeos e podcasts. Explora ao máximo a comunicacão visual.

Qual leitor é você?

Leitor interessado: deseja informações gerais sobre os eventos culturais. Dicas sobre teatro, cinema e compras. Precisa de informações breves de modo globalizado. São leitores heterogêneos, com formação mediana ou até mais sofisticada.

Leitor participante: um sujeito que participa do mundo através da leitura e debates políticos. Independentemente de sua ideologia, interessa-se por artigos que estimulem sua reflexão a respeito de temas gerais. Possui interesses específicos, mas quer se conectar a acontecimentos abrangentes e problemas da atualidade. Não teme ser surpreendido e nem contrariado.

Leitor especializado: procura uma publicação que seja do seu interesse mais forte, seja isso a poesia, a filosofia, artes plásticas, a moda, a política, etc. A linguagem depende da ambição editorial das revistas, que pode ser mais fechada ou aberta.

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